[Resenha] Homem-Aranha: Um Novo Dia

7 de set. de 2026

 

Sinopse: Homem-Aranha: Um Novo Dia explora a vida de Peter Parker após os acontecimentos de Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa. Vivendo em Nova York depois que sua identidade foi apagada da memória de todos, o amigão da vizinhança tenta seguir em frente anonimamente enquanto concilia a rotina universitária com a missão de proteger a cidade como super-herói. Sem poder contar com seus amigos e obrigado a enfrentar tudo sozinho, Peter busca se reencontrar ao mesmo tempo em que se sente invisível e vê sua namorada vivendo novas experiências. Porém, uma série de acontecimentos coloca a cidade em perigo novamente, fazendo com que ele enfrente vilões cada vez mais poderosos e tome decisões que colocarão à prova seus valores e o verdadeiro significado do sacrifício, mostrando que, de fato, com grandes poderes vêm grandes responsabilidades. Em uma jornada marcada por recomeços, Peter precisará descobrir se é possível adaptar-se à nova realidade sem abrir mão daquilo que faz dele o Homem-Aranha.  


Gêneros: Aventura, Ação, 
Duração: 2h 25min 
Lançamento: 29 de Julho de 2026 
Distribuidor: Cinema


Olá, povo lindo!

Homem-Aranha: Um Novo Dia encerra, de maneira muito contemplativa e madura, a história do personagem vivido por Tom Holland no MCU. Existem boatos de que podem gravar mais dois filmes solo devido à demanda e à bilheteria, mas eu, de fato, acho que esse é o fim perfeito para o meu Homem-Aranha favorito.

O que vocês precisam saber: O filme começa logo após a ida da MJ e do Ned para o MIT e, dessa forma, é contada a passagem de tempo, com Peter vendo vídeos dos amigos nas redes sociais. Essa passagem do tempo corre junto com o aumento da solidão do personagem, que só queria ser lembrado, principalmente pelos amigos.

Mas ele continua sendo o amigão da vizinhança e protegendo as pessoas, mesmo que esteja cada vez mais afundado na solidão. O Homem-Aranha existe onde o Peter não pode pertencer, como se a máscara desse a ele uma personalidade mais solar, enquanto, por dentro, apenas chove.

Logo no início, podemos perceber o crescimento do herói. Aquele garoto de Capitão América: Guerra Civil, um personagem leve e engraçado, está tão enterrado dentro dele que parece não existir mais. Porém, é aí que vemos que estamos em constante mudança, pois ele consegue melhorar e voltar a ser leve. Os crossovers ajudaram bastante nessa parte.

Alguns podem pensar: “Ok, mais um filme de herói”.

Mas eu achei o roteiro muito bom e existem algumas referências bem legais aos seus antecessores e aos filmes de outros universos. Só isso já ganhou muitos pontos comigo, porque eu saquei todas e fiquei me achando o máximo hahaha. Brincadeiras à parte, é lógico que existem furos que me deixaram encucada, como, por exemplo, a linha do tempo de Vingadores: Ultimato, que perdeu um pouco a lógica para mim. Isso baseado em um personagem que aparece no filme.

No mais, eu lembro de estar assistindo e pensar: “Putz, até que enfim, uma história original.” Antes de alguém falar “blá-blá-blá, filme de herói não é novidade”, eu já aviso: estamos no meio de uma avalanche de adaptações literárias (medo + expectativa). Então, sim, Homem-Aranha deu um refresco bem-vindo a esse fato.

O que ficou em aberto, ficou. Se eu tivesse algum poder, encerraria esse ciclo aqui.

Chave de ouro para uma era de ouro.

É isso.

Beijos e até a próxima!

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